domingo, 26 de outubro de 2014

Dilma não me representa

Atribuo a vitória da Dilma mais à competência do seu marketing político carregado de ofensas e ataques que visaram a desconstrução da imagem dos opositores do que à sua competência política em si. Não faltam certezas dessa incompetência. Não faltaram evidências da face corruptora e pretensiosa desse partido oportunista e salafrário; uma face tão bem mascarada que consegue, agora, com todas as artimanhas da máquina de campanha se sustentar no governo por mais um mandato.

Não serei hipócrita de não reconhecer os avanços razoáveis em diversas áreas sociais promovidos pelo governo, mas esta é apenas uma faceta que faz parte da jogada populista de sustentação do poder; além do mais, há de se convir que, o mínimo que um governante deve fazer é investir no país que governa, ainda mais se levarmos em conta a elevadíssima taxa tributária que pagamos. Cabe reconhecer também que, se houveram avanços nos últimos 20 anos, é porque a economia foi controlada a partir da inserção do Plano Real - inegável!

Inegável, também, são os erros que foram cometidos: no governo Dilma a taxa de juros voltou a subir; a inflação superou a meta e já assusta a população que tem sentido no bolso os seus efeitos; os "estarrecedores" casos de corrupção da Petrobras; a intensa desaceleração do PIB que neste ano se prevê um crescimento abaixo de 0,3% (só superando o governo de Floriano Peixoto e de Fernando Collor); gastos exorbitantes em estádios para a "copa das copas"; a perda de confiança dos empresários que evitam investimentos; a intensificação do processo de desindustrialização; o aumento do desmatamento da Amazônia; as obras atrasadas e promessas da campanha de 2010 não entregues ou nem inicializadas; aparelhamento do Estado, entre tantos outros. 

Uma experiência negativa do governo tucano e que hoje pagamos novamente pelo erro é a Reeleição. A alternância de poder é essencial para um país democrático e ela teria sido muito mais propositiva no contexto atual.

Sim, bem sei que a vitória da Dilma foi democrática, mas isso não quer dizer que foi espontânea. Assim seria se a campanha tivesse sido limpa. Mas não, o que deu corpo à propaganda petista foi a imposição do medo, a apropriação de práticas clientelistas, as inverdades não provadas que acabaram criando um eleitor que, já deficitário de criticidade, se viu coagido e deteriorou a real possibilidade de mudanças e da alternância.

Teremos a continuidade de um governo desacreditado por cerca da metade dos brasileiros. Um país dividido e um governo alicerçado num partido afundado no esgoto da corrupção e que tem como líderes o que há de pior na política nacional. 

Em suma, Dilma não me representa; não representa minha cidade Rodeio, não representa meu Estado SC; não representa a região Sul. De toda sorte, respeito imensamente a escolha dos meus concidadãos. Continuarei exercendo minha cidadania e dando minha contribuição diária para a construção de uma sociedade mais justa e ética. Acima de tudo, não perdi a esperança de que o Brasil se tornará um país melhor, mesmo que, talvez, só daqui a 4 anos. 

Josimar Tais
26/10/2014

terça-feira, 21 de outubro de 2014

A necessária alternância de poder

"Nunca antes na História deste país" se viu uma campanha eleitoral tão "leviana". De fato, é de ficar "estarrecido". O clima está quente e tenso desde o 1º turno, quando o PT fez fortes acusações contra Marina Silva (PSB). As táticas "NaziPetistas" (termo sugerido pelo historiador Marco Antônio Villa), de afrontamento e agressões atingiram em cheio a fenomenal campanha de Marina que, com pouco tempo para respostas e defesas, ficou, injustamente, fora da segunda fase da campanha. A estratégia de difamação e injúrias deu tão certo que o mesmo estilo terrorista vem sendo veemente utilizado para atingir o candidato Aécio Neves e o seu partido (PSDB), agora no 2º turno. É um vale-tudo para evitar a alternância de poder.

O PT tem se apropriado de um marketing difamador, investindo tempo em desconstruir e destruir a imagem de seus opositores, o que é muito característico de regimes fascistas que já mancharam a História global. Não é de hoje que esse partido se utiliza da humilhação do outro para se sentir mais forte. E, infelizmente, quem está do outro lado e sofre com as acusações se vê obrigado a gastar tempo tendo de provar o contrário e, ao invés de se discutir propostas, trocam-se farpas, transformando a campanha política numa verdadeira batalha campal. Quem bate mais, apanha menos. 

A autoexaltação do governo petista e a demonização de FHC/Aécio (PSDB) têm tomado proporções que ultrapassam todos os limites, minguando o respeito e o bom senso que uma corrida presidencial exige. Eis, então, que a campanha chega ao mais baixo nível quando situações íntimas e particulares do adversário são expostas ao eleitorado. São acusações que só servem para apregoar a discórdia entre os eleitores que já definiram o seu candidato e confundir ainda mais aqueles que estão indecisos. Algo totalmente vergonhoso e desnecessário. Devemos conhecer sim, a honra, a moral e o caráter dos candidatos, mas há situações incabíveis e apelativas que não se configuram numa campanha política, ainda mais se tratando da presidência do Brasil. Chega a ser um desrespeito à disputa democrática e ao eleitor de bem, que deve e quer escolher conscientemente o candidato, observando e analisando as iniciativas da sua vida política para, no fim, lhe conferir o voto digno.

Dilma teve um governo que avançou em alguns aspectos como é o caso do Pronatec, que é uma boa iniciativa, mas precisa muito ser aprimorado, e nos programas sociais como o Minha Casa, Minha Vida. Sim, estes casos merecem o nosso reconhecimento, não se pode ser hipócrita e se igualar ao PT que não deixa o orgulho partidário enxergar os grandes avanços de outros governantes. Mas por mais que Dilma tente esconder, o seu governo teve muitos fracassos: a taxa de juros voltou a subir; a inflação superou a meta e já assusta a população que tem sentido no bolso os seus efeitos; os "estarrecedores" casos de corrupção da Petrobras; a intensa desaceleração do PIB que neste ano se prevê um crescimento abaixo de 0,3% (só superou o governo de Floriano Peixoto e de Fernando Collor); gastos exorbitantes em estádios para a "copa das copas"; a perda de confiança dos empresários que evitam investimentos; a intensificação do processo de desindustrialização; o aumento do desmatamento da Amazônia; as obras atrasadas e promessas de campanha não entregues ou nem inicializadas; aparelhamento do Estado, entre tantos outros. 

Na propaganda política do PT, porém, parece que nada disso existe no Brasil. O impressionante é que Dilma não admite, de forma alguma, os seus erros e a sua incompetência. Se não culpa os tucanos (que já estão fora do governo há 12 anos) pela situação econômica atual, então "exporta-se" a culpa à crise mundial. Mas aqui "está sob controle".  

A grande verdade é que Dilma perdeu a direção, não tem competência para continuar no governo. Não a tinha nem em 2010, mas na ocasião havia sido favorecida pelas circunstâncias do momento. Dilma está longe de ser considerada uma estadista, é sim, uma oportunista. Não se vê nela a representante da Nação, se vê, sim, a representante de um partido. Não se vê nela o amor à Pátria, se vê, sim, o amor ao poder. Ela não transmite confiança na sua governança; E quando um governante perde confiança, é hora de substituí-lo.

A longa duração de um partido no governo (e isso não se remete apenas ao PT, mas a qualquer outro que seja) é uma ameaça à Democracia, pois os interesses, muitas vezes oligárquicos, acabam se sobrepondo aos interesses da Nação; transforma-se, de forma lenta e gradual, numa ditadura. A alternância de poder, portanto, é um princípio democrático necessário. Daqui há 4 ou 5 anos deveremos repetir esse desejo para garantirmos uma democracia coerente e progressista. 

Um partido político não pode ser acomodado no governo. Um governante não pode se acomodar no poder. Um cidadão jamais pode se acomodar com o governo que tem. Agora é a hora da mudança, e a mudança é Aécio Neves.

Não podemos ser utópicos a ponto de pensar que Aécio, se eleito, solucionará todos os problemas que o Brasil vem passando; sejamos realistas, até porque outros empecilhos surgirão. Deveremos, contudo, exigir e acompanhar o cumprimento do seu programa de governo e reivindicar outras mudanças que se fizerem necessárias ao longo do mandato. Depositemos a nossa esperança, aquela bradada nas manifestações de 2013, no político Aécio. Agora não é hora de covardia, não é hora de se intimidar diante da pregação do medo praticada pelo PT, não sejamos coniventes com a trágica realidade que este partido está legando ao Brasil atual. Não podemos e "não vamos desistir do Brasil!".

Professor Josimar Tais



"Confrontos políticos dos mais duros fazem parte do jogo; o terrorismo não! O desespero é inédito. Talvez haja um quê de ideologia… Mas o que apavora mesmo é o medo de perder a boquinha, não é mesmo? Vai que essa gente seja obrigada a trabalhar… Se forem obrigados a fazê-lo, ainda acabam criando um partido de trabalhadores!" (Reinaldo Azevedo)

domingo, 12 de outubro de 2014

A verdade que Dilma quer transformar em mentira

"Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade". Parece que esta frase do Ministro da propaganda Nazista, Joseph Goebbels, mais uma vez é a fonte de inspiração para a campanha eleitoral do PT. 
O PT afirma que o atual adversário, Aécio Neves (PSDB), vai acabar com tudo o que há de bom no Brasil, o que, convenhamos, é um modo bastante irracional de se fazer campanha. Pregam a mentira para impor o medo e, assim, se sustentarem no poder por mais 4 anos - uma verdadeira ditadura mascarada de democracia. 
Mas este artigo que compartilho abaixo traz à luz aquilo que Dilma e o PT querem esconder ou distorcer. Boa leitura: 

A história de êxito que Dilma quer destruir


Os oito anos da era FHC foram marcados por 4 crises internacionais. Ainda assim, a economia cresceu a taxas muito próximas dos países comparáveis e sustentou uma inflação cadente, que apenas voltou a ficar pressionada na iminência da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.
A candidata Dilma resolveu fantasiar sobre o quadro econômico do governo FHC. Insiste em repetir que o PSDB teria “quebrado o país em três ocasiões”, quando os dados são muito claros. Até as pedras sabem, presidente Dilma, que o país só pôde crescer mais de 4%, no governo Lula, porque FHC deixou uma herança bendita:
- a consolidação da estabilização monetária;
- a abertura da economia;
- o ajuste das contas públicas;
- as privatizações;
- a atração de investimentos externos para fins produtivos;
- a promulgação da Lei de Responsabilidade Fiscal;
- o saneamento do sistema financeiro (com o Proer);
- a renegociação da dívida dos estados;
- a liquidação dos bancos estaduais;
- a criação do Bolsa Escola, que já atendia a 22 milhões de pessoas;
- a instituição do regime de metas para a inflação e tantos avanços na área econômica e da área social que poderíamos continuar a listar.
Uma árvore foi plantada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso e pelo PSDB. Era frondosa e dava muitos frutos. O presidente Lula soube colhê-los, rapidamente, mas a presidente Dilma preferiu não mais cultivá-la e, pior, nada plantou em seu lugar.

Leia o post A história de êxito que Dilma quer destruir na íntegra no blog do Salto (http://blogdosalto.wordpress.com/2014/10/11/a-historia-de-exito-que-dilma-quer-destruir/) 

sábado, 11 de outubro de 2014

Governo novo e ideias novas, sim, mas com um novo presidente

"Governo novo, ideias novas": esse é o slogan da campanha "NaziPetista" (termo utilizado pelo historiador Villa). Até o PT reconhece que precisa de ideias novas, isso porque o modo petista de governar não está agradando nem ao povo, nem a eles mesmos. Porém, o partido não tem competência e nem coragem para mudar e acusam de ser golpistas aqueles que apresentam propostas para um novo Brasil. Nesse caso, o desejo pela mudança não é golpe, é sim um fator que faz parte do processo democrático, da livre escolha do cidadão garantida pela Constituição. Jogar sujo para se sustentar no poder, mais do que golpe, é ditadura. Após 12 anos de um mesmo governo, cansado e corrupto, a mudança se apresenta não apenas como uma vontade do povo, mas como uma necessidade para o exercício da Democracia. Governo novo e ideias novas, sim, mas com um novo presidente. Espero que o Gigante não tenha adormecido novamente. ‪#‎ForaDilmaELeveOPTJunto‬

Prof. Josimar Tais

sábado, 4 de outubro de 2014

Muda Brasil

Amanhã é o dia da mudança. Vamos dar um novo rumo ao nosso país! É a chance de fazer valer tudo o que foi contestado nas manifestações do ano passado.
Talvez seja uma utopia pensar que a corrupção será aniquilada, mas não podemos desistir de dar dignidade a esta Pátria. Os gritos de "basta de corrupção" praticamente já se tornaram sinônimo de "Ordem e Progresso", por isso não podem ser abafados agora. Eles têm de ecoar amanhã nas urnas!
Não podemos mais aceitar que um partido governe pensando na sustentação do poder e dos privilégios dos seus governantes. Não vamos permitir a permanência de um partido que dizia lutar pelos trabalhadores, mas que desde quando se instalou na presidência montou uma máfia que se especializou em roubo dos cofres públicos, transferindo para seus bolsos o dinheiro dos mesmos trabalhadores a quem eles afirmavam representar. Não vamos reeleger um governo que dá com colher, mas tira com uma concha. Um governo que mente quando diz que a economia está crescendo, que a inflação está sob controle, que a miséria foi eliminada, que a Educação avançou (essa é piada) e blá blá blá. Você sabe que tudo isso NÃO é verdade.
Precisa-se pensar muito bem antes de registrar o voto. Segundo o jornalista Alexandre Garcia, o que se viu nas campanhas eleitorais foi "um vale tudo emocional sem racionalidade, um horror; mentiras fáceis de se perceber, mas só pela minoria bem informada... É uma coisa bem bolivariana que se especializou nisso, no velho populismo de mentiras que são douradas e as pessoas acreditam. Para o senador Cristóvam Buarque, "ninguém pode criar regras para impedir a mentira nas campanhas. A única maneira de abortar a corrupção eleitoral da mentira é educar o eleitor. Eis a maior das corrupções da política no Brasil: o desprezo à educação de nossas crianças e, consequentemente, à da população. A esperteza praticada pelo político é a mãe da corrupção, o pai é o desconhecimento do eleitor. Talvez, por isso, a esperteza não trabalhe para eliminar o desconhecimento". 
Diante disso tudo que nos incomoda enquanto cidadãos e patriotas, pensemos muito bem antes de votar, antes de reeleger os que aí estão. Garcia conclui seu comentário alertando para "votar com a sua consciência [...] ainda que você tenha que escolher o menos ruim". #VotoConsciente #ForaDilma #MudaBrasil

Prof. Josimar Tais 






 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

PIBinho retrata o fracassado governo Dilma

Em 2002 o povo brasileiro quis mudanças. Cansou do governo que diziam ser "elitizado" da direita e apostou nas falácias populistas do metalúrgico malandro e demagogo (para não dizer enganador) da esquerda. Com um discurso apelativo contra as privatizações, a estrela do Lula brilhou e o Brasil deu o primeiro passo a uma ditadura petista marcada pela desmoralização dos direitos constitucionais e pela corrupção. 

Lula colheu bons frutos da semeadura do FHC. Se apoderou de iniciativas sociais e econômicas implantadas pelo governo anterior, rebatizou programas e acabou levando os louros. Foi reeleito e conseguiu projetar a sua sucessora, Dilma. Hoje, esta pleiteia a sua reeleição para continuar à frente do governo de um país que clama novamente por mudanças, desta vez bem mais incisivas e urgentes, o que comprova que a escolha feita em 2010 não foi certeira.

Dilma é um fracasso como presidente: escândalos de corrupção abalaram a política brasileira; negócios malfeitos agravaram a crise econômica e catapultaram a inflação, como a compra da refinaria de Pasadena e a má administração da Petrobras; privatizações (antes tão criticadas pelo partido) agora se tornaram o vício do governo petista. Dilma teve de lançar um pacote de concessões de rodovias, ferrovias e aeroportos para tentar sanar as deficiências de infraestrutura do país. (Veja aqui a cronologia das privatizações de Collor a Dilma)

Os investimentos estrondosos em estádios de futebol para a copa revoltaram a população, mas se tem uma coisa que Dilma reproduz muito bem o que aprendeu com seu "mestre" é mentir. Vejam só: o pronunciamento da dita cuja em rede nacional às vésperas do início da competição desportiva mundial serviu para indignar ainda mais qualquer cidadão minimamente esclarecido. Na ocasião, Dilma teve a audácia de criticar aqueles que afirmam que os recursos usados em obras para a Copa deveriam ser aplicados na saúde e educação. Ela afirmou que de 2010 a 2013, o valor investido em educação e saúde no Brasil é 212 vezes maior que o valor investido nos estádios. Só pode ser piada. Um descaso com o cidadão pagador de impostos e eleitor. Se esse investimento que ela afirma ter sido aplicado nestas áreas, realmente existisse, o que justifica, então, as filas para atendimentos em hospitais e a 38ª colocação em educação entre 40 países avaliados? E a taxa de luz, que ia abaixar e logo em seguida aumentou? Sem falar nos juros e cobrança de impostos que só aumentam para tentar controlar a inflação!

Esta semana foi anunciado o mixo crescimento do PIB projetado para 2014, resultando em uma das menores médias do PIB da História republicana do Brasil. Segundo o site publikador.com, Dilma supera Collor (1990-1992) e Floriano Peixoto (1891-1894), empata com Venceslau Brás (1914-1918) e ganha o título de terceira pior média de crescimento econômico em toda a História da nossa República, iniciada em 1889.
 
Ainda conforme publicação do mesmo site, um governo, por mais democrático ou opressor que seja, consegue se manter firme se há uma perspectiva econômica positiva. Momentos de ruptura, como a Revolução Francesa, Revolução Russa (1917), Golpe Civil Militar (Brasil – 1964), ‘Queda’ do Regime Militar (Brasil – 1985), Queda do Muro de Berlim (1989), são momentos em que a perspectiva econômica era negativa, como atualmente. Tal perspectiva negativa é um fenômeno Global, vide a Primavera Árabe, os Protestos na Venezuela, Ucrânia, Grécia, Turquia, Portugal, Espanha e Brasil. Porém, em países em que os processos gerenciais e administrativos são modernos ou estão se modernizando, como a Alemanha, a Coreia do Sul e o nosso vizinho Peru, a economia está relativamente muito boa.

O gráfico abaixo parte do governo de Vargas ao atual e deixa bem claro o fiasco que está sendo a terceira parte da ditadura petista no que diz respeito ao crescimento econômico. 




Sim, nos tornamos a 7ª maior economia do mundo. Porém, é importante frisar que esta conquista não aconteceu de uma hora para outra. Ela resulta de um processo longo, iniciado, logicamente, pela implantação do Plano Real, tendo sequência pelos governos que se sucederam. A tendência é que o Brasil continue se desenvolvendo, e potencialidade para isso é o que não falta. Só precisamos estar bem administrados. O que se nota no gráfico, no entanto, é que estamos rumando à estagnação e logo seremos ultrapassados por outras nações que têm um ritmo de crescimento mais acelerado.
material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,projecao-de-crescimento-do-pib-em-2014-cai-para-1-24-na-pesquisa-focus,1512806O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,projecao-de-crescimento-do-pib-em-2014-cai
  
De acordo com o que foi publicado no Estadão, a projeção de crescimento do PIB para 2014 caiu de 1,44% para 1,24%. Este índice ficará abaixo da média mundial de crescimento, que é de 2,8% no ano. O nosso desempenho será inferior aos de alguns vizinhos latino-americanos, dos emergentes asiáticos e dos gigantes China (7,3%) e Índia (5%). O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link: O México,http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,brasil-nao-vai-conseguir-acompanhar-o-crescimento-mundial-em-2014-e-2015,185522e

Faz-se necessário, sobretudo, informar que, em termos de distribuição de renda, ocupamos somente a 80ª posição, e isso o governo Dilma não propaga, sendo que o PIB per capita é um critério muito mais confiável para medir a distribuição de renda de um país do que o acúmulo total do PIB. Bem espertinha, não é?

Diante disso tudo, próximos a termos como resultado anual um PIBinho que retrata o fraco e incapaz governo Dilma, temos a grande chance de mudar a realidade do nosso país. O próximo presidente deverá aceitar o desafio de recuperar a nossa economia devastada pelo PT, a exemplo do que ocorreu após o impeachment do Collor. 

As eleições se aproximam e será na urna que poderemos dar o mais alto grito de protesto: um basta à corrupção, um basta à enganação ao povo, um basta à esta ditadura disfarçada de democracia. Um país que tem um potencial extraordinário para crescer não pode ficar acorrentado aos interesses de um partido mafioso que usou dos trabalhadores para se firmar no poder. Não podemos admitir este golpe contra a dignidade do cidadão brasileiro. O suor, o esforço e a dedicação do povo merecem ter seu valor, seu reconhecimento e uma recompensa justa. Está chegando a hora da mudança! #ForaDilma 



Professor Josimar  

Fontes pesquisadas:
http://oglobo.globo.com/brasil/dilma-faz-pronunciamento-com-mensagem-para-selecao-estamos-todos-juntos-12800636
http://dinheiropublico.blogfolha.uol.com.br/2013/11/22/de-collor-a-dilma-veja-o-que-cada-presidente-privatizou/
http://www.publikador.com/politica/samuelviana/2014/06/3-motivos-para-declarar-a-candidatura-dilma-morta/ 
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,projecao-de-crescimento-do-pib-em-2014-cai-para-1-24-na-pesquisa-focus,1512806
http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,brasil-nao-vai-conseguir-acompanhar-o-crescimento-mundial-em-2014-e-2015,185522e 

sábado, 7 de junho de 2014

6ª Magnalonga em Rodeio: tradição e sucesso



Foi realizada no dia 1º de junho a 6º edição da Magnalonga, promovida pelo Circolo Trentino di Rodeio.
Magnalonga é uma caminhada gastronômica e cultural inspirada no evento de mesmo nome que acontece em Trento-Itália. Em Rodeio, sua primeira realização aconteceu em 2005, em razão das comemorações pelos 130 anos da imigração italiana. De lá para cá, ela vem sendo realizada a cada 2 anos e já se tornou um grande evento das nossas tradições.
A 6ª Magnalonga foi percorrida num trajeto de cerca de 4 km e contou com um número recorde de público (próximo a 500). Além do prestígio dos rodeenses, ressalta-se a presença dos parceiros dos Circolos Trentinos de Brusque, Gaspar, Gasparim, Guabiruba, Jaraguá do Sul, São Bento do Sul, Taió, e participantes vindos da Argentina, de Ascurra, Balneário Camboriú, Blumenau, Cuba, região da Grande Florianópolis, Indaial, Itapema, João Pessoa, Presidente Getúlio, Rio dos Cedros, São Francisco do Sul, São Paulo, Timbó e demais localidades.
Antes da largada para a caminhada, foi feita a colazione, café da manhã com uma mesa farta e diversa preparada pela eficiente associação do bairro Glória. A caminhada, sempre animada pela música italiana e acompanhada pela carretela del vin da San Michele, foi percorrida nas ruas do bairro Glória até o centro, passando também pelo bairro São Pedro Velho, sendo finalizada na Sociedade Antares onde houve il pranzo (almoço). Ao longo do percurso os participantes foram contemplados com exposições e apresentações culturais, petiscos, aperitivos e brindes oferecidos pelos moradores, instituições, comércios e indústrias.
O Circolo Trentino di Rodeio sente-se engrandecido pelo notável sucesso desta edição e agradece a todo o público e aos colaboradores pela importante participação. 



quarta-feira, 21 de maio de 2014

12ª Semana Nacional de Museus no município de Rodeio/SC



        A Semana Nacional de Museus acontece anualmente para comemorar o Dia Internacional de Museus (18 de maio), quando os museus brasileiros desenvolvem uma programação especial em prol dessa data. O tema norteador dos eventos é o proposto pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM). Neste ano, a 12ª edição contou com 1.337 museus inscritos, sendo 103 de Santa Catarina. 

De 12 a 18 de maio, instituições museológicas desenvolveram atividades em torno do tema Museus: as coleções criam conexões. As coleções são a semente dos museus, e logo deles se tornam corpo e alma. Fazem com que o conhecimento se enriqueça e se amplie no diálogo com os elementos recolhidos e reunidos como testemunhos vivos da arte, da história, da ciência e da vida.

Diante disso, o Museu dos Usos e Costumes da Gente Trentina, convidado pelo IBRAM e promovido pelo Circolo Trentino di Rodeio, elaborou atividades que foram desenvolvidas nos dias 17 e 18 de maio, contemplando a visitação guiada e culminando com a realização do Seminário “O Museu Trentino e a Comunidade”.

Nas épocas comuns do ano, o museu costuma atender grupos de estudantes e turistas da região do Vale do Itajaí, do Brasil e internacionais (especialmente italianos), mediante agendamento. Neste ano, tomou-se a iniciativa de abri-lo ao público geral um final de semana por mês.

Cabe esclarecer que o referido museu é particular, mantido pelo Circolo Trentino di Rodeio – uma instituição sem fins lucrativos que agrega associados que têm em comum a origem trentina ou simpatia por esta, tendo em vista que o município de Rodeio/SC foi colonizado e fundado pelos imigrantes vindos do Norte da Itália a partir de 1875. – Dessa maneira, os associados contribuem voluntariamente na sua manutenção e na organização de eventos.

O seminário teve como objetivo demonstrar a importância do Museu para o salvaguardo da História, da Cultura e da Memória da gente rodeense, contextualizando a vinda dos imigrantes para esta terra com as marcas por eles deixadas. Através dessa discussão, propôs-se o entendimento mais amplo acerca da ligação entre passado e presente, elucidando a conexão recíproca do acervo do Museu Trentino com a história do povo de Rodeio, provando dessa maneira que somos protagonistas do processo construtivo e evolutivo da história.

O Seminário foi desenvolvido em etapas: na primeira, a Professora Iracema Moser Cani relatou a história da imigração europeia na Colônia Blumenau, enfatizando a saga trentina e a cultura italiana presente até hoje em Rodeio. No segundo momento, o Diretor do Museu, senhor Adimir José Tomelin, narrou o processo de instalação do museu, a coleta e conservação das peças e a situação atual do prédio que abriga o acervo. Por fim, o Mestre em Educação, Professor Nilton Bruno Tomelin, abordou o papel educativo do museu, ressaltando que este é um espaço de conhecimento da própria identidade, de propagação da cultura e de promoção do ensino de forma prática e interativa, porém, que ainda falta incentivo, seja por parte dos próprios docentes como do poder governamental, para atender esta finalidade.

Representantes do poder público e de instituições religiosas, professores e diretora de escola, lideranças comunitárias e demais interessados na temática interagiram com os ministrantes expondo as suas opiniões e sugestões. Dos oportunos debates surtiram propostas a fim de melhorar o atendimento, adequar a estrutura física do museu e aperfeiçoar os espaços e a exposição do acervo, buscar recursos através de parcerias com outras entidades, promover e divulgar novas atividades.

Em suma, a programação do Circolo Trentino di Rodeio em prol da 12ª Semana Nacional de Museus pode ser considerada um sucesso. Houve uma expressiva participação do público que contribuiu grandemente para que esta iniciativa se tornasse marcante para a história do próprio museu, colaborando também para a difusão do nome da instituição e tornando a sua imagem mais visível e prestigiosa. Ter parado para refletir acerca do passado e presente do museu contribuiu para novas e boas expectativas em relação ao seu futuro. 

O presidente do CT Rodeio, Thiago Testoni, fez a abertura do Seminário

Exibição do documentário sobre a História e a Cultura de Rodeio

Palestrantes: Iracema, Nilton e Adimir